quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Névoas passageiras.




Levantei pela manhã, era cedo. Tive a sensação de ouvir o galo cantar. Saí para o meu novo percurso, quando me deparei com um nevoeiro. Busquei respostas dentro do meu próprio 'eu'. Sabia que aquela fumaça branquinha e gélida, era um sinal. Tempos difíceis viriam. No entanto, assim como o sol apareceria mais tarde, minha vida também seria iluminada, algum dia. Esperava com fervor às 10:00. Queria que os raios penetrassem meu corpo, pra me sentir menos incapaz. Queria que aquele belo dia quente, fosse uma remodelagem de otimismo. Ao amanhecer de um outro dia, precisava ter aquela estranha mutabilidade pertinho de mim, na cabeceira da cama.

5 comentários:

  1. Obrigado por seus comentários. Vindos de alguém que escreve tão bem quanto você, fico muito feliz. Quem sabe, um dia, possamos trocar ideias sobre textos... o que você pensa?

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  2. Claro, seria ótimo. É sempre bom ouvir opiniões diferentes e aprender com elas. Além do mais, adoro discutir sobre os ideais dos textos.

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  3. Que lindo! Gosto de textos assim, pequenos no tamanho mais grandiosos no significado. Parabéns! Gostei mto do seu blog e do seu jeito de escrever.

    Se quiser me visitar.. http://rejane-ferreira.blogspot.com/
    Eu iria adorar!

    Beijos e sucesso. =)

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  4. UAU.
    Que texto sensacional.
    Gostei muito, bom, é a verdade, com palavras extremamente categóricas você descreveu um amanhecer.
    É complicado que muitas pessoas acordam de mal humor, se culpando, chegam a culpar tudo e a todos pelo simples fato de acharem que algo está errado.
    Mas às vezes precisamos simplesmente colocar a mão dentro de nós e sentir o que realmente importa, precisamos sentir nós mesmos, porque estamos em uma época em que tudo está mudando, até nossos pensamentos mais sombrios...

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  5. Quando estamos em certos momentos precisamos sentir o sol para sabermos q estamos vivos e para sermos recarregados para as batalhas de cada dia.
    Um dos teus textos q mais gostei.
    Parabéns

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