Olho fundo,
de quem perdeu-se no mundo.
Um sorriso de candura,
transformado em total amargura.
O sonho de uma vida segura,
e a lembrança que me tortura.
Relembrando a doce ilusão,
de quando ainda existia emoção.
Agora estou só,
em um caminho cheio de nó(s).

É o tipo de nó(s) que precisa de tempo para se desfazer... e se refazer, quem sabe com um novo fazedor de sorrisos. Um abraço!
ResponderExcluirEu gosto quando você escreve poesia. :D
ResponderExcluirOlá B., aqui estou eu novamente depois de um tempão fora do "ar"... e aqui (re)visitando alguns dos blogs que sempre costumava ler, encontro este poema e por alguns instantes me lembro do dissabor que é viver e ver o nosso castelo inteiro de sonhos e planos sendos desfeitos... obra da vida, do destino, ou do amanhã que pode estar nos reservando algo melhor (será mesmo?). "O sonho de uma vida segura...". Quem nos dera se a vida fosse feita de tantas garantias, de tantos acertos. "Sim, é ela!" É uma forma de exposição que requer coragem e personalidade. Obrigado por compartilhar! Sorte!!
ResponderExcluirPoema amargurado, mas bonito.
ResponderExcluirGostei das rimas. O poema nos leva a refletir, tem uma boa mensagem.
ResponderExcluirBjuss
Pra variar um pouco, rolou uma identificação. Maravilhoso.
ResponderExcluirBeijos.
www.dilemascotidianos.blogspot.com
Verdade, poemas me faz pensar um pouco..
ResponderExcluirTo precisando desatar os nós, para da certo o nós. aiai
kisu
www.eraoutravez.com
O que seria da nossa própria vida sem nós?
ResponderExcluirEu não sou fã de poesia, mas essa ficou tão linda e tão meiga que eu adorei!
ResponderExcluirEra Outra vez Amor
E quantos nós tem a vida....parabéns lindo escrito.
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