Somos interdependentes. Vivemos cobiçando a nossa
independência, mas jamais teremos liberdade o suficiente, para sobrevivermos
sozinhos. Participamos de um mesmo quebra-cabeça.
Precisamos do outro, nos constituímos a partir de marcas/legados
que alguém deixa em nós. Somos orientados para vida a partir das influências: primeiramente
de nossos pais, posteriormente das escolas e por fim da sociedade como um todo.
Às vezes deixamos a nossa individualidade se sobrepor e
acabamos esquecendo que o próximo pode fazer parte de nosso ser. Basta
permitirmos.
Cedo ou tarde, o destino nos coloca frente a situações,
nas quais, ou deixamos o egoísmo de lado ou ele escorrerá por nossos dedos
naturalmente. Vez ou outra, negamos o auxílio a quem necessita, contudo o mundo
gira, e após a negação, seremos nós os necessitados.
Elegemos a quem nós
podemos fazer bem e quem podemos tratar mal, mas certo dia também somos
elegidos. É um jogo mútuo, onde ora estamos em uma posição de passividade, ora
estamos na posição de atividade. Agimos e reagimos, ação e reação, talvez seja
essa a lei da vida

O jogo da vida, em total solidão é uma tarefa das mais difíceis. Viver é uma série de engrenagens que, sozinho, não somos capazes de fazê-la funcionar. Por mais só que sejamos, uma hora ou outra há necessidade do outro. A convivência, a ajuda, o caminho, a orientação. Somos alicerces nesta estufa da vida. Não podemos nunca confessar que não dependemos de alguém para alguma coisa. É preciso dar as mãos, seguir em frente, juntos, feito uma unidade. A vida é muito mais do que nós mesmos.
ResponderExcluirBeijo B! Boa reflexão, como sempre! ;)
Olá, B. Uma vez fiz um post sobre o conceito de interdependência. De fato, todos estamos ligados, de alguma forma, e nunca sabemos quando determinada pessoa influenciará em nossas vidas. Sempre busquei tratar a tods bem e ensinei minha filha assim, porque vez outra, as pessoas passam a fazer parte da nossa vida inesperadamente. Um abraço!
ResponderExcluirA interdependência é fato!
ResponderExcluirÉ uma teia que tecemos como a humanidade, mas muitas vezes somos excluídos e nos jogam para fora, quando somos obrigados a tecer uma nova teia até nos conectarmos com novos grupos...
Bjus texto lindo!
http://www.elianedelacerda.com
Precisamos cortar as nossas próprias correntes.
ResponderExcluirBjs