Ela já não é mais como antes. É impossível se reconhecer
atualmente. Fica vagando de um lado para o outro nos pequenos cômodos de sua
casa, incomodada por não saber responder à seguinte pergunta: “Quem sou eu?”.
Prefere se isolar e ser taxada como antissocial. Os amigos de antes já não
voltarão mais, o seu passado foi deixado para trás. Encontra um refúgio na
solidão, onde está a salvo, onde está em sua zona de conforto. A solidão a qual
não exige que ela arrisque o contato com outro mundo além do que ela mesma
criou.
Dói, mas ela conseguirá passar por essa vida sozinha. Dói, mas sua
coragem de viver imersa em uma escuridão solitária vale mais do que ser
insuficiente aos olhos alheios, como sempre foi. Dói, mas um dia ela irá se
acostumar.

Sei exatamente como dói, mas é preciso superar!!!!
ResponderExcluirChorar, gritar, ficar meio louca na cama, mas depois acordar, olhar o sol maravilhoso, levantar da cama e dizer:
Vou continuar minha vida!!!!!
Bjus
Lindo post!
Aguardo sua visita,querida!
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Olá, B. É verdade, a solidão do encerramento dentro da zona de conforto apesar de dolorosa é segura. É compreensível que algumas pessoas a escolham com um meio de se proteger da sensação de que é insuficiente ou de que suas buscas são vãs. Um abraço!
ResponderExcluir"Quem sou eu?" é uma busca constante, mts vezes, sem resposta.
ResponderExcluirA solidão sempre nos acompanha, somos únicos e isso basta!
ResponderExcluirBjus
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Nossa, demais, B. Adorei.
ResponderExcluirBeijos.
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