No limite,
da dor,
do sofrimento,
da angústia,
da vida.
À beira,
do abismo,
da insanidade,
da explosão.
Palavras,
não ditas.
Garganta,
engasgada.
Engolindo,
a seco,
longos anos.
Sufocada,
por sentimentos,
e emoções,
aliados às frustrações.
Insuportável,
irremediável,
inconsolável.
Aonde isso vai parar?
Aonde aguentarei chegar?
Sigo aliviando,
enquanto posso,
nessas linhas tortas.
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O tempo lhe dirá aonde isso vai parar e aonde vai chegar. Bjos.
ResponderExcluirQue intenso.
ResponderExcluir"Não deixe palavras engasgadas, grite!"
E por guardar tanta coisa para não ferir os outros acabamos ferindo a nós mesmos. E por medo de dizer algo nos agarramos a dor por medo de doer, o ser humano por vezes incoerente diante de si mesmo.
ResponderExcluirGostei bastante do que escrevestes.
beijos
eraoutravezamor,blogspot.com
Acho que já disse mil vezes eu amo seus poemas. Mas vale repetir. Muito bom mesmo! São meus preferidos.
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