Lei de Murphy maldita,
traga-me a sorte bendita.
De volta à maré de azar,
é onde não posso ficar.
Brigas, discussões, despedidas,
um período só de idas.
Um clamor odioso sobre mim,
sentimento que me leva ao fim.
Acostumada a rotina do dia-a-dia,
repleta de sofrimento e agonia,
emoções que jamais pensaria
e tampouco merecia.
Lei de Murphy maldita,
leve daqui as palavras mal ditas,
devolva-me um destino bondoso,
e um caminho piedoso.

Oi B.!
ResponderExcluirÉ, a Lei de Murphy nos atrapalha bastante às vezes. Mas eu acho que é só saber usá-la a seu favor que fica legal.
Gostei do poema.
Beijos
Adorei. principalmente por que sou uma seguidora convicta e fiel da lei de Murphy.
ResponderExcluirNavega contra a maré Bia. Bjos.
ResponderExcluirGostei do texto, acredito que essa é a lei mais verdadeira rsrsrsrs
ResponderExcluirbjs