Em meio à dicotomia,
ouço aquela melodia.
Velhas lembranças voam,
à medida que as notas soam.
Ora te quero perto,
embora não seja certo.
Ora te quero distante,
do meu ser pensante.
Abandonando a felicidade,
concretizo a instabilidade,
como alguém que se apaixona,
e a incerteza aprisiona.
Em lados contrários,
sujeitos a critérios não arbitrários,
seguimos neste dilema,
sem solução para o problema.

E assim nada é decidido e continuamos empacados no mesmo lugar. ;P
ResponderExcluirSe não decidimos, é pq não sabemos e não saber é estar condenada a dar um passo errado independente da escolha. Bjos.
ResponderExcluirAs dualidades estão presentes em todos os meios.
ResponderExcluirÓtimos versos.
Retribuindo a visita!
ResponderExcluirBelíssimo texto, B. Muito inspirado.
Estou seguindo o blog!
Beijos.
www.dilemascotidianos.blogspot.com
Simplesmente perfeito!
ResponderExcluirme identifiquei muito com seus versos.
Você tem talento.
errosxacertos.blogspot.com.br
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMan, perfeito! Podia chamar "Antítese" também. Estou no meio de uma coisa assim, triste. O governo devia te pagar um salário para "licença poética", só digo isso. Beijo.
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