Devoraste-me
por inteira,
deixaste-me sem eira nem beira.
Permaneço
estarrecida,
com a
angústia de uma ferida.
Arrancar-te-ei
de meu peito,
e
conquistarei meu glorioso feito.
Perderei
o encanto,
e cessarei o meu pranto.
Permitirei
a sua ida,
esperando
novas vindas.

Uau, bem ferina, hem B. Temos q ser forte, arrancar pela raiz o q nós faz sofrer. Bjos.
ResponderExcluirLindos versos!
ResponderExcluirLindo
ResponderExcluirForte, um pouco dolorido, mas objetivo, cheio de vida.
ResponderExcluirLindíssimo.
Beijo.
www.dilemascotidianos.blogspot.com
A próxima vinda nunca é como a primeira, sempre tem um pedaço, de ambos, que ficou para trás. Belíssimo, verdadeiro e como o Bruno falou, cheio de vida.
ResponderExcluirAbraços B.
Lindo! Sabe que nunca consegui fazer um poema na vida?
ResponderExcluirSó consigo escrever em prosa.
Estou admirada aqui, *-*
Adorei, tem que desvencilhar, desapegar... Destituir.
ResponderExcluirMuito bonito, B., gostei das rimas e da imagem que ilustra.
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