Em 22 de Março, comemoramos o Dia Mundial da água. Mas será mesmo que esta data é para ser comemorada? Enquanto tantos possuem piscina em suas residências, lavam carros com frequência e abusam deste recurso hídrico, outros já não possuem água potável, sofrem com a falta da mesma, tomam banho em rios contaminados, alimentam-se sem o uso da água e até perdem a vida.
Estima-se que 3,5 milhões de pessoas morrem no mundo, ora devido à desidratação, ora devido às doenças ligadas à falta de água potável e de rede de esgoto. Já em outros locais, ocorre o desperdício, como relatado no Jornal Nacional de ontem, devido aos vazamentos.
Desde que as comunidades familiares foram divididas em classes sociais, em razão da ambição humana, a desigualdade entre ricos e pobres tornou-se o problema da sociedade. E é esta a discrepância que assola o mundo contemporâneo.
A resolução de tal problema é escondida pelo governo, e os pequenos continuam à míngua, sem serem realmente assistidos. Embora, existam campanhas para a preservação de água, ainda assim, a situação continua precária.
É preciso maior investimento neste tipo de recurso, que é básico, primário e essencial para a manutenção da vida humana. É preciso minimizar essa concentração de renda na mão de poucos, que usufruem do excesso, o qual devia ser destinado aos menos favorecidos. É preciso conscientizar a população. E acima de tudo, é preciso somar forças e reagir!

É fundamental pensar em maneiras de se aproveitar de forma mais inteligente este recurso fundamental para as nossas vidas, que é a água, B.
ResponderExcluirExcelente reflexão.
Beijos.
www.dilemascotidianos.blogspot.com
Caramba! Acho que não tem nada mais a ser acrescentado.
ResponderExcluirPerfeito!
A falta de água em regiões carentes sempre foi o dilema, principalmente no Brasil. E ainda, no Nordeste onde há o mar. Teria que ter um projeto de dessalinização e bombeamento para o interior dos estados. Porém, isto custa muito dinheiro e o nosso "justo" governo "não tem" para investir. Obras faraônicas, estradas que não acabam e sangria nos cofres públicos são mais importante do que pessoas morrendo.
ResponderExcluirBelo texto B.