No dia seguinte, o sol estava nascendo quando o acordaram para caçar. Os hábitos indígenas iniciavam-se cedo. Marcos acordou na marra, cheio de sono e com aquele jeito ranzinza, pior do que costumava ser. Abaixou-se e capturou o arco e flecha que estava no chão. Colocou-os nas costas e seguiu a tribo.
No meio do caminho, todos se separaram a fim de obterem mais alimento, em menos tempo. Marcos estava perdido e ansiava para que sua função acabasse logo. Encostou-se em uma árvore para descansar e acabou tirando um cochilo. Minutos mais tarde, ouviu um som e despertou assustado. Procurava a origem de tal barulho ensurdecedor.
Olhava ao redor, com uma sensação arredia, até que o som pareceu estar se aproximando do lugar onde ele se encontrava. Virou para trás e deparou-se com uma fera de presas enormes. Nunca havia visto um animal tão imenso e selvagem. O leopardo rugia ferozmente e começava a se direcionar ao homem. Marcos não conseguia se mover e estava aflito com tal situação. Não pensava em nada, então decidiu não correr. Enquanto o animal se aproximava lentamente, o homem branco lembrou-se de sua arma e embora não soubesse manuseá-la com precisão, era a única saída que lhe restara.
Posicionou o arco e a flecha, atirando contra o corpo do leopardo. O selvagem soltou um rugido ainda mais forte, afastando-se.
Após a fuga do animal, Marcos pegou algumas folhas da região e seguiu para a oca.

Que bacana o texto... e diferente... Agora preciso ler as duas partes anteriores!
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